domingo, dezembro 31, 2006
sábado, dezembro 30, 2006
sexta-feira, dezembro 29, 2006
Açores pela Vida: 3.500 assinaturas para a Plataforma Não Obrigada
quinta-feira, dezembro 28, 2006
Alemanha ataca a baixa natalidade
A Alemanha está assim sem sem crianças.
Mas Angela Merkel,s trouxe para a agenda política a questão da maternidade e natalidade.
A Chanceler não tem filhos, mas a ministra da família, Ursula von der Leyen tem 7. Uma verdadeira heroína no governo alemão.
E face a esta situação preocupante o governo cria incentivos à maternidade. Assim a licença de maternidade pode ir até aos 10 meses, com possibilidade de mais 2 para o outro membro do casal, e durante o período de licença recebem 67% do ordenado até ao limite de 1.800 € por mês.
Mais informações aqui.
E em Portugal? Bem em Portugal a agenda política é outra. É o aborto a pedido. Para agravar ainda mais o défice de nascimentos que está já nos 50.000 por ano. Pobre país!
Açores ajudam agora o Alentejo pelo Não
Açores pela Vida
O movimento de cidadãos Açores pela Vida continua a recolher em todas as ilhas dos Açores assinaturas para formalizar a Plataforma Não Obrigada.
Há cerca de 200 folhas de assinaturas a circular de Santa Maria ao Corvo, e o movimento Açores pela Vida espera atingir as 2.000 assinaturas nos próximos dias.
Tudo pela defesa da Vida, contra a cultura de morte, que alguns liderados por uma elite política e uma elite dita intelectual pretende implantar à força.
quarta-feira, dezembro 27, 2006
Incentivos à maternidade
E em Portugal? Bem em Portugal fecha-se maternidades para abrir clínicas de aborto. Referenda-se a Vida como se isto fosse aceitável. Que tristeza!
terça-feira, dezembro 26, 2006
5 razões para votar Não
A Igreja vai distribuir pelas 4.400 paróquias do país um folheto com as 5 razões para votar NÃO no aborto:
1. O ser humano está todo presente desde o início da vida;
2. A legalização do aborto não é o caminho adequado para acabar com o aborto clandestino;
3. O que está em causa é uma liberalização legalizada;
4. O aborto não é um direito da mulher nem uma questão política;
5. O aborto é um pecado grave porque viola o 5º. mandamento (Não matar).
Igreja distribui folhetos pelo Não ao aborto
Hoje no Expresso .
Negar um lugar a um ser humano
Hoje no Correio da Manhã.
segunda-feira, dezembro 25, 2006
Respeito pela dignidade das crianças nascidas e por nascer
domingo, dezembro 24, 2006
Votar NÃO, coloca Portugal pioneiro do humanismo
sábado, dezembro 23, 2006
O processo é sempre o mesmo
Números do infanticídio nos Estados Unidos
Abortion has killed more than 44.7 million unborn babies in America, since being legalized in January 1973.
Abortion will kill another 1.3-million unborn babies in America this year. One baby is killed by abortion every 20-24 seconds. More than 3,500 babies are killed every day.
Abortion is the leading cause of death in America, accounting for more than the next two leading causes of death (heart disease and cancer) combined.
One out of every three pregnancies in American women ends in induced abortion (abortion received at the mother's request in an abortion clinic).
Almost all abortions (95%) are performed as a means of birth control. Of the remaining, only 1% are performed for rape or incest and 1% for fetal abnormalities.
700,000 abortions are performed each year on unborn babies who are 9 weeks or older. By this time in the pregnancy:The baby's heart is beating;The baby has measurable brain waves, a functioning stomach, kidney, and liver, and even fingerprints; and the baby can feel pain.
Every abortion results in two victims- a dead baby and a wounded mother- a mother who may bear emotional scars of lifetime remorse and sadness, and such physical scars as infertility or sterility and, many feel, increased risk for breast cancer.
Abortion cheapens life. At least part of America's increasing violent disregard for life may be traced to the violent disregard for the lives of unborn children.
Aborto e Eurábia
sexta-feira, dezembro 22, 2006
Isto de facto vale tudo!
quinta-feira, dezembro 21, 2006
As surpresas da VIDA
As supresas que a VIDA nos proporciona.
Ano fértil em decisões
O ano de 2006 foi fértil em decisões (e indecisões...) por parte do Ministério da Saúde. Gostaria de referir uma, que considero particularmente grave num Ministério da Saúde. O apoio do ministro da Saúde (ou da morte?) ao assassínio de fetos até às dez semanas (eufemisticamente designado por interrupção voluntária da gravidez, para que não cause repulsa aos espíritos mais sensíveis e para quem a palavra aborto é já demasiado chocante...).
Refiro-me à sua afirmação de que, para além de apoiar a realização de abortos (que ninguém cientificamente honesto pode negar ser a morte deliberada de seres humanos em desenvolvimento), nos hospitais públicos, também está disposto a subsidiar o pagamento de abortos em clínicas privadas (evidentemente com o dinheiro dos nossos impostos e em época de contenção orçamental...). Aliás, a comunicação social, nomeadamente a televisão, já mostrou o interesse comercial de grupos espanhóis e ingleses em entrarem no mercado... em Portugal, face às perspectivas abertas pelo senhor ministro da Saúde. E não se pode esquecer que o aborto pode ser um grande negócio, sobretudo para pessoas com menos escrúpulos (infelizmente, algumas até licenciadas em Medicina).O feto tem origem no pai e na mãe e não pertence à "barriga" desta! Tem individualidade bem própria, com o seu ADN específico e diferente. Na célula (o ovócito), resultante da fusão dos 23 cromossomas de cada progenitor, já estão os genes que definirão todas as nossas características (a cor dos olhos, estatura, longevidade, etc.). E, se lhe forem dadas condições (implantação no útero), irá desenvolver-se como qualquer outra pessoa: nascer, tornar-se criança, adolescente e adulto e finalmente morrer, completando o ciclo da vida.
Seguramente o senhor ministro sabe que há listas de espera para o tratamento do cancro, nomeadamente no caso do cancro da mulher (mama, útero, etc.). Mas não se lhe ouviu dizer que iria tomar a mesma atitude nestes casos. Bem pelo contrário: sabe-se que recomendou às administrações dos hospitais que, para não excederem os orçamentos, não deveriam este ano aumentar a sua produtividade! Ou seja, não tratar mais doentes que no ano anterior! Primeiro o orçamento e o dinheiro (abortos incluídos) e depois as pessoas doentes... que esperem (mesmo que isso lhes retire perspectivas de cura)!
Hoje em dia a informação é abundante e todos sabem como surge uma gravidez. Porquê pois pagar o senhor ministro para anular as consequências de um acto voluntário e deixar de lado a doença de que as pessoas são vítimas? Quais as prioridades para ele e para o Governo?
O juramento de Hipócrates e a sua versão moderna, (a Declaração de Genebra da Associação Médica Mundial, bem como o Código Deontológico da Ordem dos Médicos), são claros ao repudiar o aborto, fora dos casos (aliás, pouco frequentes) do aborto terapêutico (em que está em causa o dilema da escolha entre duas vidas e em que apenas uma pode ser salva).
É verdade que há (felizmente poucos) licenciados em Medicina que também são favoráveis à liberalização do aborto e a votar "sim" no futuro referendo de 11 de Fevereiro. Esses ou não fizeram no fim do curso o juramento de Hipócrates, ou já o esqueceram! Fica assim explicada a posição de um economista, que, apesar de ministro da Saúde, defende a morte dos fetos, até às dez semanas, sem outra razão que não seja a vontade da mulher.
Na verdade, só aqueles que respeitam a sua ética profissional se poderão considerar verdadeiramente médicos. E esses não deverão manter-se alheios ao referendo. Não basta que votem "não": importa que esclareçam todos aqueles com quem contactam, dando-lhes a conhecer a evidência científica e quais os valores civilizacionais em causa. Só assim cumprirão cabalmente a sua missão.
quarta-feira, dezembro 20, 2006
Hospitais das Misericórdias recusam o aborto
Naturalmente! O aborto é uma morte violenta provocada pelo abortista e consentida pela mãe.
terça-feira, dezembro 19, 2006
741 Clínicas da Morte nos Estados Unidos
There used to be over 2000 abortion clinics in America. Today, there are 741. Clearly, the pro-lifers are winning this battle. This page lists every abortion clinic in America, so that you can be encouraged as we countdown toward victory. Rest assured, Life Dynamics will not stop until every one of these death camps is closed and the American holocaust is over.
segunda-feira, dezembro 18, 2006
Aborto legal a cair no mundo
USA : de 1.588.600 em 1985 para 1.210.883 em 1995
Russia: de 4.103.425 em 1990 para 2.766.362 em 1995
Reino Unido: de 180.983 em 1985 para 167.297 em 1995
Itália: de 210.192 em 19885 para 134.137 em 1995
França: de 173.335 em 1985 para 161.129 em 1995
Alemanha: de 145.267 em 1985 para 97.937 em 1995
Ao arrepio do que se está a passar no mundo, com uma queda significativa no aborto, Portugal, este jardim à beira mar plantado, resolve tentar liberalizar o aborto, ou seja, aumentar o número de abortos facilitando todo o processo, numa atitude leviana e irresponsável.
Para saber mais do que se passa no mundo em relação ao aborto, clique aqui.
domingo, dezembro 17, 2006
Holocauto Americano
Desde a liberalização do aborto nos Estados Unidos em 1973, o infanticídio atingiu 45 milhões, um verdadeiro holocasto, a primeira causa de morte neste país, fundado na base da Justiça, Direitos Humanos e Verdade. O que é uma enorme incongruência.
Matam nos Estados Unidos 1,3 milhões de bebés por ano. Cada 20-24 segundos é morto um nascituro, indefeso e inocente.
Das 6 milhões de gravidezes anuais quase um quarto terminam em aborto.
E Norma MaCorey, a famoso ex-abortista de 1973, aquando da sua presença em Lisboa no início desde mês, bem nos avisou: não vão por este caminho porque é imparável. Agora são 10 semanas, depos 15, 20, 30 e por fim o horrendo Aborto com Nascimento Parcial. Que consiste em provocar o nascimento parcial para depois fazer uma incisão no crâneo do bebé, aspirar o cérebro para esvaziar a cabeça e assim mais facilmente ser puxado para fora. Horrível!
Não queremos ir por este caminho, da violência e da morte. Queremos a VIDA. A defesa do nascituro.

sábado, dezembro 16, 2006
Imogen
Cinco grandes clínicas recusam o aborto
O Expresso contactou 21 das maiores instituições de saúde privadas com serviço de obstetrícia e apurou que cinco não vão prestar esse tipo de serviço à população.
São elas os Hospitais Cuf, a Clínica de Santo António, em Lisboa, a Casa de Saúde da Boavista, no Porto, a Clínica de São Lázaro, em Braga, e a Clínica de Todos-os-Santos, em Lisboa.
As “questões de ordem ética e deontológica” foram o argumento utilizado pela esmagadora maioria, que não deseja “transformar a IVG num mero método contraceptivo”.
Na maior parte das clínicas foram os próprios conselhos de administração que tomaram a decisão, a dois meses da consulta popular. Mas existem casos, como o da Clínica de São Lázaro, em que os obstetras de serviço votaram por unanimidade contra as práticas abortivas.
Do outro lado da barricada, só o Hospital SAMS, em Lisboa, o Hospital da Cruz Vermelha Portuguesa e a Clínica Particular de Barcelos garantiram que agirão “em conformidade com a lei”. As restantes instituições preferiram não se manifestar. “É um assunto demasiado delicado”, alegam.
sexta-feira, dezembro 15, 2006
Incompreensível...
Portugal o aborto e as clínicas da morte.
A França preocupada com a Vida.
Portugal interessado na cultura da morte.
Incompreensível!
quinta-feira, dezembro 14, 2006
Comércio de partes do corpo de bebés
Partial Birth Abortion (PBA)
O caso Roe vs Wade levou à legalização do aborto, nos Estados Unidos da América, nos seguintes termos:
Até à viabilidade (definida, pelo Tribunal, como sendo 26/28 semanas de gravidez), o aborto é completamente livre e nenhum Estado da União o pode proibir.
A partir da viabilidade, o aborto só pode ser feito por razões de saúde. Mas o próprio Tribunal definiu saúde como sendo "qualquer factor físico, emocional, psicológico, familiar ou de idade (sic), que seja relevante para o bem-estar da mulher".
Portanto, nos EUA, todas as razões são boas para abortar livremente até à semana 26/28 e, depois disso, para abortar livremente qualquer razão é boa. O aborto ficou assim legalizado até aos nove meses, a simples pedido da mãe e, segundo o Supremo Tribunal, nenhum Estado pode legislar contra isto.
Na última década, uma das principais batalhas na "guerra do aborto" tem sido o método conhecido por "partial birth abortion" ou "dilatação e extracção". Esta técnica de aborto em fase avançada de gestação é utilizada para fetos com mais de cinco meses e consiste em remover um feto do útero da mãe, puxando-o com pinças.
Todo o corpo do feto é removido excepto a cabeça, na qual o cirurgião faz uma incisão; através de um tubo de vácuo, o cérebro é extraído. A cabeça do feto contrai-se então, facilitando a sua remoção do útero.
Se isto não é um infanticídio então o que é? É uma morte violenta e brutal. É uma morte de um ser humano, parcialmente nascido, provocada por abortistas que não têm o direito de retirar a vida a esta criança, indefesa e inocente.
É este o caminho que se pretende em Portugal? Agora 10 semanas, depois 12 e 15 e 25 até ao "partial birth abortion"?
A experiência penosa dos Estados Unidos
O médica Bernard Nathanson, que nos anos 70, foi responsável por milhares de abortos (75.000 na sua carreira) arrependeu-se e hoje é uma grande defensor da VIDA. E apresenta um excelente trabalho em video denominado de "The Silent Scream", disponível no YouTube.
Nos Estados Unidos o aborto é permitido até aos nove meses (que horror!). Uma das leis mais permisssivas do mundo. O que é estranho para um país que se considera grande defensor dos direitos humanos e que não respeita os direitos do nascituro. Incongruência total!
Vejamos o que aconteceu nos Estados Unidos segundo este médico:
- 100.000 abortos em 1963;
- 750.000 abortos em 1973, após o 1º. ano de aplicação do lei;
- 1.500.000 em 1983;
- 1.500.000 em 2005, 4.100 abortos por cada dia.
Se cada aborto custar entre 300-400 USD temos uma indústria de abortos de 500-600 milhões de USD. O que é um negócio fabuloso. 90% das receitas das clínicas vão para os médicos abortistas e 10% para os exploradores das mesmas. O negócio é tão interessante que as clínicas estão a ser franchisadas por toda a Améria. É a indústria da morte com grande pujança. E o pior, de acordo com Bernard Nathanson, é que este negócio está a cair nas mãos da Máfia.
E um dos mais importantes "players" deste mercado da morte é exactamente a Planned Parenthood, a multi-nacional americana que apoia a Associação de Planeamennto da Família (APF), a tal entidade que diz ter um estudo que aponta para 18.000 abortos em Portugal, e que foi anunciado com pompa e circunstância, imagine-se, na Maternidade Alfredo da Costa. E é natural que a APF manipule números no seu interesse, pró-aborto.
Se a liberalização do aborto for consumada a partir do Referendo de 11 de Fevereiro, possivelmente o nosso caminho é este que aconteceu nos Estados Unidos. E bem nos avisou disto Norma MacCorvey quando esteve recentemente em Lisboa.
Por isso, mais uma razão para um rotundo NÃO ao aborto, e um forte SIM à Vida.
quarta-feira, dezembro 13, 2006
Interesses fortísssimos por detrás do aborto
À maneira que nos vamos aproximando da data do referendo sobre a liberalização do aborto percebemos os fortíssimos interesses por detrás desta questão:
- Interesses políticos nacionais e internacionais: o governo quer liberalizar o aborto. O primeiro ministro é a favor, o ministro da saúde é também a favor, e o partido socialista é formalmente a favor. Os lideres dos partidos socialistas europeus querem que Portugal liberalize o aborto. A União Europeia quer a liberalização do aborto em Portugal para poder convergir com as outras leis em vigor nos 23 (sem a Polónia naturalmente);
- Interesses económicos: o aborto é uma grande negócio. Se se fizer 20.000 abortos em Portugal estamos a falar de 10 milhões de euros por ano. E as clínicas espanholas fazem uma pressão enorme, com o apoio implícito do ministro da saúde. E os médicos sem escrúpulos esfregam as mãos perante tais perspectivas económicas. E a Associação para o Planeamento da Família, uma sucursal da Planned Parenthood americana, que apoia uma rede de clínicas da morte, quer liberalizar o aborto, na perspectiva de chorudos negócios.
E no fim quem perde?
- Os nascituros, indefesos e inocentes, que são exterminados aos milhares;
- O país que vê a sua população a envelhecer sem haver reposição, e portanto com um grave problema demográfico, social e económico;
- As mães desesperadas que, sem condições de vida, fazem o aborto e que nunca recuperam emocionalmente;
- Os idosos e os mais necessitados que vão continuar em longas listas de espera para consultas enquanto as unidades de saúde estão ocupadas a fazer abortos;
- Os contribuintes que vão ter de pagar 450€ por cada aborto realizado, valor que poderia ser usado para outros fins bem mais nobres e úteis;
- Todos aqueles que defendem a VIDA e repudiam a cultura da morte, hoje o aborto amanhã a eutanásia.
Aborto: Maternidade Alfredo da Costa demarca-se de estudo
Contra ventos e marés
In spite of the real and hard defeat of June, the situation concerning sexual and reproductive rights in Portugal could well improve. However, any progress will depend on APF advocacy and initiatives to maintain the momentum created by the referendum, presenting and promoting new projects on family planning and sex education and being attentive to the ongoing discussion in government.
But, as someone once told me, the day after a defeat is also the first day of a new campaign. Duarte Vilar is Executive Director of APF (Portugal).
Etiquetas: .
A situação do aborto em Portugal: intoxicação pública
1. A Associação para o Planeamento da Família (APF) irá apresentar amanhã, dia 13 de Dezembro de 2006, na Maternidade Alfredo da Costa um estudo denominado "A Situação do Aborto em Portugal: Práticas, Contextos e Problemas ".
2. A APFN recorda que já em 1998 a APF foi a entidade responsável por outro auto-intitulado "estudo" onde se afirmava que havia 20 mil abortos clandestinos em Portugal (ver artigo publicado por Duarte Vilar, Director Executivo da APF, após o referendo de 1998 no site da IPPF – International Planned Parenthood Federation http://oldwww.ippf.org/regions/europe/choices/v27n1/portugal.htm), números sem qualquer fundamento e baseados exclusivamente em estimativas, que levaram os próprios defensores da liberalização do aborto a reconhecer que não havia nenhum estudo credível e a pedir a realização de um estudo nacional promovido pelo Parlamento.
3. Os dados oficiais mais recentes indicam que, em 2004, foram realizados 1426 internamentos em hospital por aborto clandestino, das quais 1272 devidas a aborto incompleto ou retido , 98 sem registo e 56 na sequência de complicações de saúde. Durante esse ano não houve nenhuma morte registada (dados da Direcção Geral de Saúde de 2004 em anexo).
4 . A APFN recorda que, de acordo com Duarte Vilar, a APF é uma das entidades que lidera a campanha para a liberalização total do aborto em Portugal: «Não obstante o resultado do referendo, o qual adiou efectivamente a possibilidade de aborto legal em Portugal por mais algum tempo, a APF continua a liderar a rede a favor do aborto legal e seguro e estamos a planear novas iniciativas e estratégias com vista a encorajar um novo debate parlamentar e a manter vivo o tema do aborto.» (tradução nossa; ver artigo atrás citado em http://oldwww.ippf.org/regions/europe/choices/v27n1/portugal.htm ).
5 . Ainda segundo Duarte Vilar, membro do Movimento de Cidadania e Responsabilidade, que defende o SIM no próximo referendo ao aborto, todas as "melhorias" nesta matéria dependem da actividade da APF : «Apesar da real e dura derrota de Junho, a situação em Portugal no que respeita a direitos sexuais e reprodutivos pode melhorar. Todavia, qualquer progresso nesta matéria dependerá da influência e das iniciativas da APF no sentido de manter o momentum criado pelo referendo (...)» (http://oldwww.ippf.org/regions/europe/choices/v27n1/portugal.htm ).
6. A APFN recorda também que a Dr.ª Upekade Silva vem representar a Planned Parenthood, a entidade que em 1966 lançou a APF como sua filial portuguesa e que, por exemplo nos EUA, tem a maior rede de clínicas privadas de aborto. De acordo com um relatório divulgado publicamente e incontestado, essas clínicas realizaram mais de 3 milhões de abortos num espaço de 24 anos (ver gráficos em anexo).
7. A APFN apela a todos os estudiosos da matéria, entidades oficiais e governamentais pertinentes, organizações cívicas e jornalistas que exijam a publicitação cabal e completa do estudo no que se refere a planeamento, técnica, métodos e resultados, por forma a que o trabalho possa ser com rigor verificado por terceiros independentes.
8. Por último, a APFN manifesta a sua profunda indignação pelo facto desta acção sobre o aborto organizada por partidários do "Sim" se realizar na Maternidade Alfredo da Costa , precisamente uma das mais prestigiadas e conceituadas maternidades portuguesas. Nestes termos, a APFN apresentará uma queixa junto do Ministério da Saúde, com o fundamento na utilização da Maternidade para este fim, amanhã, dia 13, pelas 12:30.
12 de Dezembro de 2006
APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas
terça-feira, dezembro 12, 2006
870
Honestidade intelectual
segunda-feira, dezembro 11, 2006
Mais 47.000 nascimentos...
Para que isso acontecesse, seriam necessários mais 47 000 nascimentos.
Como tal, o défice demográfico já ultrapassou os 900.000 jovens e crianças, razão pela qual têm sido fechadas escolas, vão ser encerradas universidades e não irá haver gente suficiente para pagar as pensões de reforma.
Os números hoje revelados confirmam o que a APFN tem vindo a afirmar: as projecções feitas pelo INE estão baseadas em valores errados, assim como os que foram assumidos no Relatório de Sustentabilidade de Segurança Social.
Estando o Governo, e bem, preocupado com os 6% de défice das finanças públicas, é de admirar não estar minimamente preocupado com o défice de mais de 40% de natalidade que Portugal tem vindo a registar nos últimos anos! Pelo contrário, até parece achar que há nascimentos a mais, estando tão empenhado em promover e financiar o aborto, em vez de, como seria natural, apoiar os pais e mães como acontece na esmagadora maioria dos países europeus.
A APFN insiste na necessidade de serem apresentadas, com urgência, projecções realistas da população, assim como de se recalcular o impacto dessas projecções realistas na (in)sustentabilidade da Segurança Social e, mesmo, das finanças públicas, como a Comissão Europeia já alertou.
30 de Novembro de 2006
APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas
Bendita assinatura!
O Código Penal refere no número 2 do artigo 142 que «a verificação das circunstâncias que tornam não punível a Interrupção da Gravidez é certificada em atestado médico, escrito e assinado antes da intervenção por um médico diferente daquele por quem, ou sob cuja direcção, a interrupção é realizada». No Diário Digital.
O que uma assinatura adicional pode fazer! É caso para dizer BENDITA ASSINATURA!
domingo, dezembro 10, 2006
A cultura da morte a qualquer preço
Plataforma NÃO Obrigada já nos Açores

A data limite para a apresentação das listas com as assinaturas é 29 de Dezembro. Contudo nos Açores as listas têm de ser entregues até ao dia 27 de Dezembro, de modo a haver tempo ainda para as enviar para Lisboa.
Para mais informações sobre a Plataforma NÃO Obrigada e para descarregar o impresso para a elaboração de listas clique aqui.

sábado, dezembro 09, 2006
A história verídica do nascimento de Nick Cannon, e de como a sua mãe desistiu de o abortar à última hora. Contra a corrente.
Não ir na onda...
Tudo vale para a alteração da estrutura civilizacional em vigor, com vista a movimentações de poder. Até vale a promoção da cultura da morte. Vale a chacina dos nascituros. E até os médicos são convidados a renegarem o seu código deontológico. Só uma elite de ditos "iluminados" é que está certa. E todo o povo está errado(?). Pretensiosos e manipuladores, quanto baste. Há que acautelar e não ir na onda.
Aborto:meio para alcançar um fim maior
sexta-feira, dezembro 08, 2006
Aborto: Clínicas Espanholas
Sempre que em Portugal, na última década, há uma investida abortista a maioria dos grandes órgãos de comunicação social bombardeia-nos com uma publicidade escandalosa às "clínicas", ou melhor, aos abortadouros espanhóis, onde supostamente acorrem sofregamente milhares de portuguesas para executar à morte os seus filhos e filhas nascituros.
É espantoso, no sentido que esta palavra tem quer de surpreendente quer de assustador, que todo este reclame seja disfarçado de reportagem ou de informação. Dá-se a voz a quem dirige esses abortadouros, sem contraponto, sem contraditório, sem o mínimo espírito crítico. Uma vez que a finalidade de tais matadouros consiste em expandir o negócio para aumentar os lucros, os seus porta-vozes aproveitam ao máximo a oportunidade, com a complacência e a cumplicidade da nossa "isenta" comunicação social.
Não se indaga quem são os proprietários e se têm ou não agendas ocultas e interesses inconfessáveis; se estão concertadas ou enlaçadas com alguma organização ou instituição portuguesa (incluindo órgãos de comunicação social ou grupos a que económicos a que eles pertençam) que promova a legalização do homicídio/aborto; se são independentes entre si ou se têm ligações a instituições e fundações internacionais conhecidas pela promoção do eugenismo, do racismo e da ideologia e actuação, pura e dura, do controlo populacional. Não se verifica se é verdadeiro o número, que atiram, de portuguesas que por lá terá abortado os seus filhos e filhas - há uns tempos eram centenas, depois passou a dois milhares, agora avança-se com o dobro, como se poderia adiantar o quíntuplo, ou ainda muito mais. O número crescerá ou diminuirá conforme as conveniências estratégicas. Não se investiga se cumprem a "lei" abortófila espanhola ou se a atropelam sistematicamente. Não se averigua das suas condições de higiene, das garantias de segurança, das negligências, nem se às grávidas é solicitado o consentimento informado. Não se ouve uma amostra significativa de testemunhos de mulheres que lá tenham abortado. Não se faz o seguimento para examinar as consequências físicas e psíquicas do aborto para as mães que o praticaram, etc., etc.
Pelo contrário as numerosas organizações portuguesas, de gente que gratuita e voluntariamente, com grande sacrifício e dedicação, ajuda as famílias e as mães em dificuldade ou as crianças em risco, são arrogante e sistematicamente ignoradas.
Nuno Serras Pereira, na Aldeia.
Movimento cívico nos Açores

Decorrem neste momento por toda a ilha de S. Miguel a recolha de assinaturas.
Em breve mais informações, neste blogue, o blogue oficial do moviemnto nos Açores.
quinta-feira, dezembro 07, 2006
Aborto com nascimento parcial




E apresentou o método do Aborto com Nascimento Parcial praticado nos Estados Unidos para gravidezes mais avançadas. E consiste em provocar o nascimento e depois esmagar o cráneo do bebé matando-o violentamente. Os desenhos apresentam os passos deste método horrendo, deplorável e inaceitável e foram feitos com a supervisão de um obstetra americano.
Abortion referendum in Portugal: A democracy that looks like tyranny
quarta-feira, dezembro 06, 2006
Justice Foundation de Norma McCorvey
Recomendação memorável(?)
Aborto a pedido? NÃO!
Entre os 54 mandatários do grupo - que se classifica como "supra-partidário, trans-confessional e inter-classista" - figuram o director do Centro de Cirurgia Cardiotorácica dos Hospitais da Universidade de Coimbra, Manuel Antunes, o pioneiro em Portugal dos transplantes renais, Linhares Furtado (ilustre Micaelense) , e os antigos presidentes da Assembleia da República e do Tribunal Constitucional Barbosa de Melo (PSD) e Cardoso da Costa, respectivamente. A cabeça de lista do PS pelo círculo de Coimbra, Matilde Sousa Franco, o presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, o professor da Faculdade de Direito de Coimbra Jonatas Machado e o pediatra Jorge Biscaia, do Conselho Nacional da Ética para as Ciências da Vida, fazem também parte da lista de mandatários. "Como se vai tornando cada vez mais claro, o que está em causa, a 11 de Fevereiro, é a completa liberalização do aborto até às 10 semanas. Se a tese a referendo vingasse, o aborto até essa data não deixaria apenas de ser crime mas passaria a constituir também um direito de qualquer grávida, que o Estado deveria assegurar. Até às 10 semanas, a lei ignoraria completamente a vida da criança" , lê-se no manifesto constitutivo. No documento divulgado hoje, o grupo sublinha que "não existe nenhuma descontinuidade essencial na vida humana desde a concepção até à morte natural", pelo que "não tem qualquer sentido que Portugal legalize a destruição de vidas humanas durante os seus primeiros meses, a mero pedido da mãe grávida, ainda que a esta pareça não haver alternativas".
"O aborto provocado é uma chaga pessoal e social que tem de ser combatida através da promoção de uma cultura de responsabilidade e de respeito pelo valor de cada vida, tendo o Estado e a sociedade inalienáveis deveres na criação de condições para que todas as mulheres que engravidam possam ter verdadeiras alternativas de vida e não façam escolhas de morte", sustenta. Com a sua base territorial em Coimbra, o Grupo "Aborto a Pedido? NÄO!", vai desenvolver a sua actividade numa perspectiva nacional, articulando-se com outros movimentos que pugnam pela vitória do "Não" no referendo do dia 11 de Fev ereiro. Outros nomes que integram a lista de mandatários são Adriano Vaz Serra, catedrático da Faculdade de Medicina de Coimbra que preside à Sociedade Portuguesa de Psiquiatria, Cruz Vilaça, presidente do Conselho Nacional de Ética da Ordem dos Médicos, Alexandra Teté, da Associação Mulheres em Acção, e Cláudio Anaia , antigo dirigente nacional da JS.
Os médicos Carlos Ramalheira e Nuno Freitas, o juiz Pedro Vaz Pato, a jurista Filomena Encarnação e os docentes universitários Henriqueta Coimbra da Silva (Genética), Manuel Queiró (Engenharia Civil), Margarida Caetano (Farmácia) e Ana Ramalheira (Literatura Alemã) são outros dos mandatários, todos unidos "na firme oposição à liberalização completa do aborto até às 10 semanas de gestação". "São pessoas muito diversas mas que têm em comum um passado e um presente de intervenção cívica na defesa dos seus ideais. Uma boa parte deles está ligada à região Centro e, em especial, a Coimbra", é referido na nota de divulgação da sessão de apresentação, que decorreu ao final da tarde de hoje no auditório do Instituto Português da Juventude.
José Augusto Borges
terça-feira, dezembro 05, 2006
Aborto com 24 semanas
Uma mulher identificada como Lucía L. ficou grávida aos 17 anos e foi submetida a um aborto com mais de 6 meses de gestação.
Inacreditável!
São estas as clínicas que o ministro da saúde acolhe e que quer em Portugal, se a liberalização do aborto for conseguida. E depois é um ver se te avias independentemente de ser 10, 12 ou 14 semanas de gravidez. Quem vai controlar? Como se vai controlar?
Assistência e protecção jurídica do nascituro
Entre as suas numerosas publicações, assinalamos o recente volume «L’alba dell’“io” . Dolore, desiderio, sogno, memoria del feto» [ndt.:«A aurora do “eu”. Dor, desejo, sonho, memória do feto»] (Società Editrice Fiorentina, 2004). Um livro que oferece considerações rigorosas que defendem o reconhecimento do embrião como pessoa também do ponto de vista médico.De facto, da fenomenologia da vida fetal descrita por Bellieni com chamadas de atenção pontuais para a literatura biomédica, emerge a ideia de que já não é possível considerar o feto como um mero apêndice da mãe e que os dados de facto científicos devem, portanto, ser aplicados na prática; isto significa garantir assistência e protecção jurídica ao nascituro, a partir do momento em que o óvulo e o espermatozóide se unem dando origem a um novo ser humano.
segunda-feira, dezembro 04, 2006
Norma Mccorvey em Lisboa
O ponto alto será uma conferência na faculdade de Letras, em Lisboa, na terça-feira, precisamente o mesmo dia em que será feita a apresentação oficial da plataforma «Não obrigada», que congrega os vários movimentos e associações que se estão a mobilizar para a campanha do referendo à despenalização do aborto.
Norma McCorvey protagonizou o caso Roe v. Wade que chegou até ao Supremo Tribunal e criou jurisprudência, que nos EUA tem força de lei. Quando lhe foi permitido abortar já tinha tido o bebé, que deu para adopção. Durante anos trabalhou em clínicas de aborto, mas no final dos anos 90 passou de defensora do aborto para uma activista das organizações pró-vida.
Em 1997, fundou a «Roe No More Ministry», com a intenção de expor todas as mentiras contadas por ela própria no caso Roe v. Wade e no ano seguinte lançou a sua autobiografia, «Won By Love».
Desde então, tem-se dedicado a falar sobre a sua experiência pelo mundo fora. Participa na «Justice Foundation's Operation Outcry», uma fundação que se dedica a recolher informação sobre mulheres que fizeram um aborto, como forma de mudar a decisão em consequência do caso Roe v. Wade
No Sol deste fim de semana.