quarta-feira, fevereiro 14, 2007
Açores: reserva nacional de Vida
Os Açores, mais uma vez na sua história, destoaram do todo nacional no que se refere ao Referendo para a liberalização do aborto. Os açorianos votaram de forma esmagadora no Não. Foram 69% dos votos expressos contra 31% de votos no Sim. Uma diferença abismal de 38 pontos percentuais. O maior resultado do Não em todo o país foi exactamente nestas ilhas do Atlântico.
Afinal os açorianos disseram ao país que há sinal de Vida nestas ilhas.
Afinal os açorianos disseram ao país que há sinal de Vida nestas ilhas.
Disseram que ainda se respira Vida nesta Região.
Talvez os Açores sejam assim como que uma reserva nacional de Vida, tão importante para relançar o combate ao aborto livre e facilitado. Pois tratou-se apenas de uma batalha nesta grande “guerra” à cultura da morte, ao niilismo e ao hedonismo. Podemos ser eventualmente nos Açores os pioneiros do humanismo europeu, “exportando” princípios e convicções para esta Europa envelhecida e caquéctica.
domingo, fevereiro 11, 2007
Finalmente o Referendo
Depois de mais de dois meses de intensa actividade chegamos ao dia do Referendo sobre o aborto. A decisão está agora nas mãos das portuguesas e dos portugueses.Independemente dos resultados, considera-se a missão cumprida. Estamos de consciência tranquila pelo trabalho desenvolvido na defesa da Vida. Tudo fizemos para argumentar e defender a nossa posição. Possivelmente este movimento de cidadãos não acaba aqui. Há muito mais a fazer. Se calhar até vai começar aqui uma nova etapa.
Bem haja a todos que nos apoiaram
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
Modernidade e conservadorismo
O secretário-geral do Partido Socialista, José Sócrates, afirmou ontem que a escolha no referendo de domingo é entre a “mudança e a modernidade”, com o voto “sim”, e o conservadorismo, através do voto no “não”.
O cenário hipotético do aborto livre até às 10 semanas, as facilidades para o abortamento, o aumento previsível dos abortos com a liberalização desde quando é que é sinal de modernidade? E em que cabeças é que é modernidade? Numa elite dita intelectual, associada a um punhado de políticos de esquerda que com o poder que têm, e com os recursos que dispõem, querem fazer constar na opinião pública que isto é modernidade?
Se defender a vida do embrião, feto ou bebé, é conservadorismo então graças a Deus que somos conservadores, e pelos vistos a esmagadora maioria dos açorianos.
O cenário hipotético do aborto livre até às 10 semanas, as facilidades para o abortamento, o aumento previsível dos abortos com a liberalização desde quando é que é sinal de modernidade? E em que cabeças é que é modernidade? Numa elite dita intelectual, associada a um punhado de políticos de esquerda que com o poder que têm, e com os recursos que dispõem, querem fazer constar na opinião pública que isto é modernidade?
Se defender a vida do embrião, feto ou bebé, é conservadorismo então graças a Deus que somos conservadores, e pelos vistos a esmagadora maioria dos açorianos.
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
Claro como água...
"Se digo 'sim', protejo a mãe mas ignoro o filho; se digo 'não', defendo o filho e tenho o dever de promover medidas reparadoras à mulher."
Maria do Rosário Carneiro
Maria do Rosário Carneiro
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
Proteger a Vida sem julgar a mulher
Iniciativa Legislativa de Cidadãos PROTEGER A VIDA SEM JULGAR A MULHER (de Março 2006) mais actual e próxima do que nunca: basta votar NÃO. E sem termos aborto livre.
terça-feira, fevereiro 06, 2007
Às 10 semanas o feto já sente dor
Às dez semanas o feto já sente dor, defende Jerónima Teixeira, uma médica portuguesa residente no Reino Unido que desde há 14 anos se debruça sobre a vida intra-uterina.
No Correio da Manhã de hoje.
No Correio da Manhã de hoje.
Diário de Miguel Torga
O tecto do velho casarão do hospital só não caiu porque isso da matéria às vezes resiste muito.
Era na hora da aceitação. A ficha pedia respostas curtas e concretas
-Profissão?
- Meretriz.
-Filhos?
- Oito
-Quantos?
- Oito
- E todos desde que…
- Todos
Serena, como se tivesse dito uma coisa sem qualquer importância, continuou de pé, encostada à parede.
-Sente-se
- Com licença.
Amparou a barriga desmedida, acomodou-se no banco, e continuou a responder.
-Abortos?
- Nenhum
- Nenhum?!!!
- Não senhor
- Na sua vida, de mais a mais…
- Nenhum. Nunca quis.
- E os filhos? Vivos ou mortos?
- Todos vivos e sãos.
- Criados lá?!
- Pois
As letras do assento oscilavam, inseguras, no papel. Firme só ela, desgraçada, mas com a sua folha de mãe corrida e limpa.
Muito bem. Suba.
O nono rebento nasceu como o de qualquer outra mulher honrada e a parturiente teve alta esta manhã.
- Vou mandar-lhe umas coisas – prometeu um colega, rendido a semelhante grandeza. E acrescentou só para mim:
- Quero auxiliá-la. Isto é tudo uma miséria, mas diante de uma pureza assim, é preciso que ao menos a gente só assine vencido.
- Acho bem que a proteja – respondi-lhe, a olhá-lo bem.
- Mas se quer de facto ajudá-la, siga-lhe o exemplo, e nem mesmo vencido assine.
Miguel Torga
28 de Abril de 1943
Era na hora da aceitação. A ficha pedia respostas curtas e concretas
-Profissão?
- Meretriz.
-Filhos?
- Oito
-Quantos?
- Oito
- E todos desde que…
- Todos
Serena, como se tivesse dito uma coisa sem qualquer importância, continuou de pé, encostada à parede.
-Sente-se
- Com licença.
Amparou a barriga desmedida, acomodou-se no banco, e continuou a responder.
-Abortos?
- Nenhum
- Nenhum?!!!
- Não senhor
- Na sua vida, de mais a mais…
- Nenhum. Nunca quis.
- E os filhos? Vivos ou mortos?
- Todos vivos e sãos.
- Criados lá?!
- Pois
As letras do assento oscilavam, inseguras, no papel. Firme só ela, desgraçada, mas com a sua folha de mãe corrida e limpa.
Muito bem. Suba.
O nono rebento nasceu como o de qualquer outra mulher honrada e a parturiente teve alta esta manhã.
- Vou mandar-lhe umas coisas – prometeu um colega, rendido a semelhante grandeza. E acrescentou só para mim:
- Quero auxiliá-la. Isto é tudo uma miséria, mas diante de uma pureza assim, é preciso que ao menos a gente só assine vencido.
- Acho bem que a proteja – respondi-lhe, a olhá-lo bem.
- Mas se quer de facto ajudá-la, siga-lhe o exemplo, e nem mesmo vencido assine.
Miguel Torga
28 de Abril de 1943
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
Sabia que...
Sabia que o Síndroma Pós-Aborto, causas, sintomas, consequências e cura, é estudado em todo o mundo por grandes especialistas na área da psiquiatria, psicologia e medicina?
Sabia que o aborto (mesmo feito em clínicas e hospitais legais) representa sempre um traumatismo para a mulher, que pode deixar-lhe sequelas físicas e sobretudo psicológicas para o resto da vida?
Sabia que os sintomas do Trauma Pós-Aborto são semelhantes no aborto legal e ilegal, e que tanto podem revelar-se imediatamente como ficarem reprimidos durante muito tempo para se revelarem de forma violenta anos depois?
Sintomas do Trauma Pós Aborto
* Crises de choro
* Depressão
* Culpa
* Incapacidade de se auto perdoar
* Desgosto intenso / Tristeza
* Revolta /raiva….
* Entorpecimento emocional
* Problemas sexuais ou promiscuidade
* Desordens alimentares
* Redução da auto-estima
* Abuso de drogas e/ou álcool
* Pesadelos e distúrbios do sono
* Comportamentos suicidas
* Dificuldades nos relacionamentos
* Ataques de pânico e ansiedade
* Flashbacks - reviver involuntariamente a experiência de estar a fazer um aborto
* Abortos repetidos
* Padrão de reincidência em gravidezes não planeadas
* Mal-estar na presença de bebés ou mulheres grávidas
* Medo / ambivalência perante a gravidez
Sabia que não há nenhuma mulher na cadeia há mais de 30 anos por ter abortado, e que há várias propostas "esquecidas" na Assembleia da República para que não vá sequer a julgamento (sem com isso se tornar o aborto livre, nem se proteger os interesses das clínicas abortistas)?
Sabia que nos países onde foi liberalizado, o aborto legal disparou em flecha mas o aborto clandestino não desapareceu? (Dados da Eurostat)
Sabia que o aborto não interrompe nada mas acaba sempre, duma vez por todas, com uma pequena vida humana que precisa de protecção?
(Se tem dúvidas veja o filme em anexo)
Não lhe parece mais positivo que o Estado trabalhe na prevenção e na ajuda à grávida, em vez de oferecer às mulheres portuguesas este presente envenenado?
É possível defender a mãe e o filho: No dia 11 de Fevereiro, por favor VOTE NÃO
Sabia que o aborto (mesmo feito em clínicas e hospitais legais) representa sempre um traumatismo para a mulher, que pode deixar-lhe sequelas físicas e sobretudo psicológicas para o resto da vida?
Sabia que os sintomas do Trauma Pós-Aborto são semelhantes no aborto legal e ilegal, e que tanto podem revelar-se imediatamente como ficarem reprimidos durante muito tempo para se revelarem de forma violenta anos depois?
Sintomas do Trauma Pós Aborto
* Crises de choro
* Depressão
* Culpa
* Incapacidade de se auto perdoar
* Desgosto intenso / Tristeza
* Revolta /raiva….
* Entorpecimento emocional
* Problemas sexuais ou promiscuidade
* Desordens alimentares
* Redução da auto-estima
* Abuso de drogas e/ou álcool
* Pesadelos e distúrbios do sono
* Comportamentos suicidas
* Dificuldades nos relacionamentos
* Ataques de pânico e ansiedade
* Flashbacks - reviver involuntariamente a experiência de estar a fazer um aborto
* Abortos repetidos
* Padrão de reincidência em gravidezes não planeadas
* Mal-estar na presença de bebés ou mulheres grávidas
* Medo / ambivalência perante a gravidez
Sabia que não há nenhuma mulher na cadeia há mais de 30 anos por ter abortado, e que há várias propostas "esquecidas" na Assembleia da República para que não vá sequer a julgamento (sem com isso se tornar o aborto livre, nem se proteger os interesses das clínicas abortistas)?
Sabia que nos países onde foi liberalizado, o aborto legal disparou em flecha mas o aborto clandestino não desapareceu? (Dados da Eurostat)
Sabia que o aborto não interrompe nada mas acaba sempre, duma vez por todas, com uma pequena vida humana que precisa de protecção?
(Se tem dúvidas veja o filme em anexo)
Não lhe parece mais positivo que o Estado trabalhe na prevenção e na ajuda à grávida, em vez de oferecer às mulheres portuguesas este presente envenenado?
É possível defender a mãe e o filho: No dia 11 de Fevereiro, por favor VOTE NÃO
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
Perfeitamente actual
A legalização do aborto livre - diferente de justificação ou desculpabilização de casos concretos - é passagem de uma fronteira decisiva, representando um retrocesso civilizacional que permite - como outrora na lei da selva - o domínio dos fortes sobre os fracos, dos que já estão na vida sobre os que vêm depois. Essa não é a sociedade humana que sempre idealizei.
António Sousa Franco
(a propósito do referendo de 1998)
António Sousa Franco
(a propósito do referendo de 1998)
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
A eugenia dos afectos
Um texto de João Francisco Barreiros, gestor empresarial
A banalização do aborto é o triunfo dos mais fortes sobre os mais fracos e indefesos, que são - mais que ninguém - os não nascidos, a quem se nega o seu primeiro direito: o de nascer.
Para os defensores do sim ao aborto até às dez semanas dependente apenas da vontade absoluta da mulher, nas primeiras semanas de gestação o progenitor masculino é completamente indiferente à vida do ser que ali está, que só depois é que aparece.O "sim" ao aborto totalmente dependente da vontade da mulher nas primeiras dez semanas vem apenas reforçar o sentimento de que a responsabilidade do progenitor masculino nasce do nada somente a partir de um determinado momento da vida da criança.Na tese dos defensores do "sim", antes das dez semanas, o pai não é pai.
É o raciocínio da eugenia dos afectos.
Triste a civilização que perante um problema a melhor solução que tem para oferecer é o Aborto.
Para os defensores do sim ao aborto até às dez semanas dependente apenas da vontade absoluta da mulher, nas primeiras semanas de gestação o progenitor masculino é completamente indiferente à vida do ser que ali está, que só depois é que aparece.O "sim" ao aborto totalmente dependente da vontade da mulher nas primeiras dez semanas vem apenas reforçar o sentimento de que a responsabilidade do progenitor masculino nasce do nada somente a partir de um determinado momento da vida da criança.Na tese dos defensores do "sim", antes das dez semanas, o pai não é pai.
É o raciocínio da eugenia dos afectos.
Triste a civilização que perante um problema a melhor solução que tem para oferecer é o Aborto.
quarta-feira, janeiro 31, 2007
No Referendo, Voto Não!
Um texto do Dr. João Bosco Mota Amaral, deputado, ex-presidente da Assembleia da República.
Ainda não consegui perceber os argumentos do PS em favor do sim à liberalização do aborto.
Tanto o Primeiro-Ministro José Sócrates como o Presidente do Grupo Parlamentar Alberto Martins têm sido pródigos em repeti-los, aliás sem grande esforço de criatividade. Mas o certo é que não me acabam de convencer.
Dizem os dirigentes socialistas que é preciso acabar com os julgamentos de mulheres que fizeram abortos.
Se tal é o objectivo, a pretendida reforma legislativa, para a qual se convoca o referendo de 11 de Fevereiro, é manifestamente insuficiente.
O PS defende que deve ser livre a qualquer mulher abortar, até às dez semanas de gravidez, sem ter de invocar para tal qualquer motivo e recorrendo aos serviços de saúde, oficiais ou privados, por conta do Estado.
Quanto a este último aspecto, o Ministro da Saúde esclareceu já que o custo de cada aborto não excederá 350 euros e que, se houver muitos médicos a invocarem objecção de consciência, celebrará acordos com as clínicas espanholas especializadas na matéria, que pelos vistos estão muito interessadas no novo nicho de mercado.
Segundo uma das activistas dos movimentos sim, em 2005, só numa cidade fronteiriça de Espanha, foram assistidas cerca de 2000 mulheres portuguesas.
Como deve haver várias cidades dessas com o mesmo tipo de facilidades assistenciais, aplicando os cálculos da dita activista, os números em causa de abortos e os valores pecuniários neles envolvidos, serão decerto significativos.
Um estudo muito referenciado nas últimas semanas diz que 73 por cento dos abortos acontecem até às dez semanas. O que significa — dando por bom tal estudo — que 27 por cento dos abortos voluntários são feitos para além das dez semanas e portanto continuarão a ser ilegais e mesmo criminosos.
Donde se deduz que o objectivo socialista de acabar com os julgamentos de mulheres que fizeram abortos não será garantido com a vitória do sim no referendo! Para isso, seria necessário liberalizar o aborto sem limite de prazo, como acontece em algumas, poucas, legislações.
Mas isso é coisa que os socialistas não se atrevem a defender, por mais que declarem ter adoptado a reivindicação da livre escolha, propagandeada pelo movimento feminista internacional.
Afinal parece que estamos todos de acordo em reconhecer a protecção da vida intra-uterina como um avanço civilizacional.
O progresso científico tornou inquestionável que desde o momento da concepção existe vida, com as características de identificação individual que tipificam o ser humano.
É aqui que entra o segundo argumento do PS em favor do sim no referendo. Sobre o início da vida humana o PS refugia-se numa posição agnóstica, dizendo que não sabe nem quer discutir o assunto. Para os altos dirigentes socialistas, o que se trata apenas é de alterar o Código Penal, o que lhes parece inócuo e fora de um debate sobre questões de fundo acerca da dignidade única de cada ser humano.
Mas a questão é exactamente esta e a posição quanto a liberalizar o aborto a pedido até às 10 semanas, ou não, está condicionada pelos conceitos que cada um perfilha acerca dos melindrosos problemas mencionados.
O aborto voluntário é sempre chocante. Daí o esforço em substituir até o próprio nome pela eufemística expressão interrupção voluntária da gravidez — como se fosse possível interrompê-la sem lhe pôr termo… — reduzida mesmo às iniciais assépticas IVG…
Bem sensíveis a isso, os partidários do sim no referendo proclamam mesmo o seu não ao aborto, suponho que clandestino e inseguro, se é que tal declaração pretende ter algum sentido.
Mas como é que se elimina o aborto clandestino se afinal a alteração legislativa pretendida apenas liberaliza o aborto até às dez semanas e 27 por cento dos abortos, segundo o citado estudo, vão para além deste prazo?
Parece-me evidente que, mesmo caso o sim vencesse — o que os próprios entusiastas do respectivo movimento já duvidam… — o Estado não poderia mandar fazer nos hospitais públicos nem pagar em clínicas privadas os abortos para além das dez semanas; e ficaria, como atrás se demonstrou, obrigado a perseguir penalmente quem em tal se envolvesse, por respeito pelo valor das leis num Estado de Direito democrático.
Para complicar a situação, o Ministro da Saúde já veio esclarecer que não é possível garantir o anonimato das mulheres que vierem a fazer abortos nos hospitais públicos. Mais um motivo óbvio para concluir que o outro objectivo socialista de acabar com o aborto clandestino não é alcançável mediante o sim no referendo.
Aludi aos argumentos do PS pelo sim, mas os dos outros partidos alinhados no mesmo movimento afinam pelo mesmo diapasão.
É por isso que o voto não, no referendo do dia 11 de Fevereiro, se me afigura a escolha conforme à razão.
Para complicar a situação, o Ministro da Saúde já veio esclarecer que não é possível garantir o anonimato das mulheres que vierem a fazer abortos nos hospitais públicos. Mais um motivo óbvio para concluir que o outro objectivo socialista de acabar com o aborto clandestino não é alcançável mediante o sim no referendo.
Aludi aos argumentos do PS pelo sim, mas os dos outros partidos alinhados no mesmo movimento afinam pelo mesmo diapasão.
É por isso que o voto não, no referendo do dia 11 de Fevereiro, se me afigura a escolha conforme à razão.








